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Última Hora: Forças Armadas determinam prazo para governo Temer resolver a grave crise política,veja mais



“É isso o que nós temos que incentivar: a intervenção vem por bem ou por mal.” Com essas palavras, Bruno Antonio Martins de Guimarães – que se autoproclama fundador e porta-voz do Movimento.


Cívico Brasileiros Conscientes (organização que defende a intervenção militar) – encerra o áudio de pouco mais de 7 minutos, vazado nas redes sociais, no qual ele descreve estratégias e planos para um governo militar no Brasil.

General responde sobre governo Temer


Em seu blog, Bruno divulgou ter tido, no último dia 4, uma reunião de meia hora com o General Antonio Hamilton Martins Mourão – o mesmo general que afirmou, há pouco mais de 2 meses, a existência de planos para um governo militar.

Portanto, não se trata de um desvario ou de um devaneio; Bruno é uma pessoa com comprovado acesso ao meio militar. Para confirmar essa alegada reunião está uma foto de Bruno na companhia do general.


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Segundo o áudio vazado de Bruno, a intervenção militar virá “por bem ou por mal“. A frase demonstra que a vontade e o voto populares pouco importam tanto para ele quanto para os militares.

A classe trabalhadora deve ter muito claro o que significa um governo militar. O áudio de Romero Jucá, no qual ele afirma ter conversado com generais e comandantes militares que disseram que iriam garantir. [Uma Intervenção Militar].

 Deixa claro que setores entre os militares foram parte fundamental da ação que pode causar a queda do presidente Michel Temer.


Ademais, um governo militar será a forma pela qual os patriotas empurrará goela abaixo da classe corrupta a retirada de todos os seus "direitos", sociais, previdenciários.

Será uma ação militar que retirará, pela força da mão dos corruptos, a manipulação sobre a "dignidade e a cidadania da classe trabalhadora" mais humilde que, sem instrução adequada e sem possibilidade de realocação no mercado de trabalho, já engrossa as filas de brasileiros na mais cruel miséria – brasileiros que o Estado burguês esqueceu – ou melhor, nunca lembrou.

Via: (Revista Militar)


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